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Apesar do rápido aumento de casos da Covid-19 e taxa de positividade próxima de 40%, a Prefeitura de Curitiba não trabalha com uma medida mais rígida de controle da pandemia, pelo menos para os próximos dias. A decisão se dá diante do baixo número de casos graves da doença, o que possibilita o controle dos serviços de saúde na capital.

De acordo com o epidemiologista da Secretaria Municipal da Saúde, Diego Spinoza, a pressão na área hospitalar neste momento é controlada. “No momento, a maioria absoluta dos casos é leve, então não estamos tendo uma repercussão grande na necessidade por internamento. A princípio, a gente consegue dar conta com nosso serviço de atenção primária e com as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e vamos monitorando. Como os casos são leves, a gente até mesmo orienta as pessoas que procurem atendimento preferencialmente na nossa central telefônica, evitando assim a circulação do vírus”, explica.

Segundo o boletim divulgado na segunda-feira (10), a taxa de ocupação dos 65 leitos de UTI SUS exclusivos para Covid-19 estava em 57% na capital paranaense. A administração municipal, porém, tem se movimentado para ampliar os leitos de enfermaria. Foram ativados 26 leitos nos hospitais do Idoso e Evangélico.

O epidemiologista ainda lembra que o avanço da vacinação na cidade é o que impede uma maior ocupação de leitos neste momento.

Atendimento
Com o rápido crescimento de casos, a administração municipal pede que o primeiro atendimento seja remoto. Segundo Spinoza, se o paciente fizer o contato, já terá o exame agendado. “Se a pessoa tiver algum sinal de agravamento, a gente indica a procura presencial. De qualquer forma, todas serão testadas contra a infecção”, diz.

A central de atendimento da Secretaria da Saúde é o 3350-9000.

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Cuidados
Spinoza ainda lembra da importância de manutenção de todos os cuidados para evitar a transmissão da doença. “Esse movimento aconteceu por uma série de fatores, como a redução dos cuidados e o número de reuniões no fim de ano, então é importante que as pessoas usem máscara, mantenham ambientes ventilados e higienizem as mãos”, concluiu.

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