Semana da Mulher. Metade do mundo são mulheres, a outra metade são os filhos delas

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No 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher e uma emissora de rádio foi as ruas para conversar com mulheres que enfrentam o preconceito dentro do trabalho.

Você já deve ter ouvido a frase: “Metade do mundo são mulheres, a outra metade são os filhos delas”. A pensadora Efu Nyaki, professora e especialista em traumas e espiritualidade, talvez não imaginasse o que esta frase representaria nos dias de hoje.

A Vivian Gonçalves é frentista há 15 anos e fala que apesar de sempre ouvir piadas machistas, nunca pensou em desistir da profissão:

“Um trabalho que eu faço por puro amor. eu amo minha profissão, amo o que eu faço, mas ainda somos muito desrespeitadas. Ainda existe muito preconceito por nós sermos mulheres. Nós somos iguais aos homens. Dizem que mulher é um sexo frágil, com certeza não somos. Hoje em dia, esse trabalho de ser frentista não é só dos homens. Nós mulheres somos capazes de exercê-lo.”

Nesse posto de gasolina onde a Vivian trabalha, outras 4 mulheres também são frentistas e afirmam quererem conquistar cada vez mais espaço no mercado de trabalho.

Num mundo ainda tão atrasado quando o assunto é o “sexo frágil”, a declaração da pensadora Efu Nyaki ecoa dentro de almas femininas. A luta da mulher não para e está longe de terminar. É preciso força, garra e determinação para seguir em frente empunhando a bandeira da igualdade, da Paz, do fim da violência e do respeito. Você que está lendo essa reportagem se não é uma mulher, é filho de uma, já diria Nyaki.

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