Homem afirma ser racista, se recusa a ser atendido por frentista negra e acaba condenado pela Justiça, diz MP-PR

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Um homem que se recusou a ser atendido por uma frentista negra em um posto de combustível de Cornélio Procópio, na região do Norte Pioneiro do Paraná, foi condenado por racismo, segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR).

O caso aconteceu em julho de 2020, e a condenação foi divulgada pelo MP-PR na sexta-feira (18). De acordo com o órgão, o homem disse: “eu não vou nessa bomba, vou na outra porque sou racista”.

O Ministério Público disse que outra funcionária precisou finalizar o serviço. Um boletim de ocorrência foi feito para registrar o caso.

Ainda segundo a promotoria, em depoimento, o homem chegou a afirmar que tinha se referido à bomba do posto de combustível, e não à funcionária.

A Justiça condenou o acusado a um ano e dois meses de reclusão, que foi convertida em sanções restritivas de direitos, como a prestação de serviços comunitários.

Além disso, o réu deve manter distância mínima de 200 metros da vítima.

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