Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está reeleito presidente do Brasil. Neste domingo (25 de outubro) o petista derrotou Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno da eleição presidencial, com quase 52% dos votos válidos. Fez 4 milhões de votos a mais que o adversário, revertendo a vantagem que o candidato do PL havia conseguido no primeiro turno. Essa, inclusive, é a primeira vez que um candidato a presidente do Brasil consegue uma virada entre o primeiro e segundo turnos.

Nascido em Garanhuns (no agreste de Pernambuco) e prestes a completar 81 anos de idade (o aniversário será nesta sexta-feira, 27 de outubro), Lula terá agora seu quarto mandato como presidente do Brasil. Ele já havia comandado o país de 2003 a 2011 e voltou ao cargo em 2023. Seu novo mandato começa no início do ano que vem e vai até o final de 2030.

Lula ganha mais que o dobro de votos de Flávio entre os turnos

Com 100% das seções totalizadas, Lula somou 51,79% dos votos válidos (64.256.232 votos votos). Flávio Bolsonaro, por sua vez, fez 48,21% (59.826.041 votos).

Para conseguir a reeleição, porém, Lula precisou virar o pleito. No 1º turno, Flávio Bolsonaro foi o mais votado para presidente do Brasil, com 47,03% dos votos válidos (56.104.503 votos). Lula, por sua vez, fez 45,16% (53.879.538 votos).

No 2º turno, porém, o petista conquistou mais de 10 milhões de novos votos. Flávio, por sua vez, conseguiu atrair menos de 4 milhões de novos eleitores.

Pacote eleitoral e exército digital: o que explica a virada

A virada de Lula nas urnas aconteceu através de uma combinação que envolve uma ofensiva digital, intensa mobilização de rua e um pacote de medidas eleitorais.

Primeiro, a campanha de Lula passou a tratar a comunicação digital como prioridade, algo que havia sido praticamente ignorado até o 1ºturno. O deputado André Janones (Rede-MG) assumiu central na operação online, criando o canal “Exército do Lula” no WhatsApp, com mais de 10 milhões de participantes. Com isso, passou a orientar apoiadores sobre como agir para fazer o algoritmo das redes sociais trabalhar a favor do petista.

Ao mesmo tempo, a mobilizaçãop nas ruas começou a ganhar força, com atos lotados em diversas capitais, inclusive Curitiba. Na última sexta-feira, por exemplo, apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) estavam em apenas um ponto da Rua XV de Novembro, uma das mais movimentadas de Curitiba. Já apoiadores petistas encontravam-se em diversos e diferentes pontos da via.

Finalmente, Lula ainda apostou numa agenda de futuro e promessas concretas aos eleitores. Ele reajustou o Bolsa Família, fez um pacote de benefícios para MEI e prometeu tarifa zero no transporte público aos fins de semana, para que os trabalhadores possam aproveitar o dia a mais de folga com o fim da escala 6×1.

Primeiro, a campanha de Lula passou a tratar a comunicação digital como prioridade, algo que havia sido praticamente ignorado até o 1ºturno. O deputado André Janones (Rede-MG) assumiu central na operação online, criando o canal “Exército do Lula” no WhatsApp, com mais de 10 milhões de participantes. Com isso, passou a orientar apoiadores sobre como agir para fazer o algoritmo das redes sociais trabalhar a favor do petista.

Ao mesmo tempo, a mobilizaçãop nas ruas começou a ganhar força, com atos lotados em diversas capitais, inclusive Curitiba. Na última sexta-feira, por exemplo, apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) estavam em apenas um ponto da Rua XV de Novembro, uma das mais movimentadas de Curitiba. Já apoiadores petistas encontravam-se em diversos e diferentes pontos da via.

Finalmente, Lula ainda apostou numa agenda de futuro e promessas concretas aos eleitores. Ele reajustou o Bolsa Família, fez um pacote de benefícios para MEI e prometeu tarifa zero no transporte público aos fins de semana, para que os trabalhadores possam aproveitar o dia a mais de folga com o fim da escala 6×1.

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