Pedreiro passa em universidade federal, mas é impedido de fazer a matrícula em Goiás

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Um pedreiro de 47 anos viralizou nas redes sociais após ter compartilhado um vídeo que mostra sua reação ao saber que passou no vestibular para cursar filosofia na Universidade Federal de Goiás (UFG).

A gravação, publicada na última terça (2), teve mais de 1,3 milhão de visualizações, 6.000 curtidas e

No entanto, Adenilton Nicolau Musgo foi impedido de dar continuidade ao seu sonho. Isso porque ele fez sua inscrição usando o sistema de cota racial e, para fazer uso desse direito, ele precisaria ter concluído o ensino médio em escola pública, o que não aconteceu.

Em um novo vídeo, ele explicou como aconteceu a confusão. “Quando fizemos a inscrição, minha filha usou o sistema de cota racial utilizando a minha nota no Enem. Eu fui aprovado, mas para usar a cota você precisa vir de um ensino médio público. Como fazer o estudo sempre foi algo difícil para mim, eu decidi fazer o EJA (Educação de Jovens e Adultos). Eu comecei fazendo em escola pública, mas terminei em escola particular, porque seria mais rápido. Quando fui apresentar meu diploma, fui barrado por esse item ao qual a gente não tinha se atentado. Estou bastante triste”, contou.

Em um novo vídeo, ele explicou como aconteceu a confusão. “Quando fizemos a inscrição, minha filha usou o sistema de cota racial utilizando a minha nota no Enem. Eu fui aprovado, mas para usar a cota você precisa vir de um ensino médio público. Como fazer o estudo sempre foi algo difícil para mim, eu decidi fazer o EJA (Educação de Jovens e Adultos). Eu comecei fazendo em escola pública, mas terminei em escola particular, porque seria mais rápido. Quando fui apresentar meu diploma, fui barrado por esse item ao qual a gente não tinha se atentado. Estou bastante triste”, contou.

https://twitter.com/i/status/1653562389093031939

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