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A Polícia Civil realizou uma fiscalização em uma farmácia em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, que tinha a suspeita de vender medicamentos adulterados. Na segunda-feira (24), agentes fizeram a apreensão de cerca de R$ 100 mil produtos irregulares no estabelecimento.

A farmácia fica localizada na Planta Santa Lúcia. A ação de fiscalização foi feita pela polícia em conjunto com a Vigilância Sanitária do município de Piraquara e o Conselho Regional de Farmácia, que foi quem recebeu as denúncias de irregularidades.

O responsável técnico da farmácia, um rapaz de 25 anos, e o proprietário do local, de 39, foram presos em flagrante. Eles foram autuados pelo crime de adulteração de produtos medicinais e foram encaminhados à delegacia em Piraquara.

Suspeito trocavam data de validade dos remédios em farmácia de Piraquara

De acordo com o delegado Thiago Soares, o modus operandi da fraude era de acordo com a característica do medicamento. “Em alguns remédios os suspeitos apagavam a data de validade original e carimbavam nova data, colocando um selo da farmácia. Outros, em que não conseguiam apagar a validade original, colocavam o selo sobre a marca de validade”, explica Soares.

Os medicamentos com validade adulterada estavam nas prateleiras com acesso dos funcionários, no autoatendimento, atrás do balcão em caixas e também no estoque.

Entre os remédios apreendidos estão analgésicos, anti-inflamatórios, ansiolíticos, anfetaminas, anticonvulsivantes, contraceptivos orais, contraceptivos de emergência, soros e produtos alimentícios.

Também foram apreendidos medicamentos controlados que o estabelecimento não tinha autorização da Vigilância Sanitária para venda e os materiais utilizados na prática criminosa, como óleos, acetona, tesoura e adesivos com as datas de validade.

Como denunciar

foto: PCPR
A Polícia Civil pede a colaboração da população com informações que auxiliem em investigações contra crimes envolvendo a saúde pública. As denúncias podem ser feitas de forma anônima, pelos números 197, da PCPR, ou 181 do Disque-Denúncia.

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