O senador Romário de Souza Faria (PL-RJ) trabalhou somente dois meses em 2026 antes de viajar para trabalhar como comentarista na Copa do Mundo nos Estados Unidos — sem se afastar do cargo e com seu salário garantido, devido ao período de flexibilização, aprovado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
O número reduzido de dias trabalhados como senador deve-se ao pedido de afastamento de Romário no período de dezembro do ano passado e que terminou em abril deste ano. Segundo o Portal R7, a saída de 120 dias foi anunciada pelo ex-jogador com a justificativa do cumprimento de agendas pelo estado do Rio de Janeiro, pelo qual Romário cumpre seu segundo mandato como senador.
Romário segue recebendo salário do Senado, mesmo fora do país
Diferente da situação do afastamento no ano passado, em que Romário não recebeu salário durante os quatro meses em que não trabalhou no Senado, desta vez, durante a Copa do Mundo, ele segue recebendo o salário bruto de cerca de R$ 46,3 mil.
Mas o ex-atacante não é o único a aproveitar o período de flexibilização do recesso parlamentar, já comum neste período do ano. Tanto a Câmara quanto o Senado têm registrado sessões esvaziadas, cujo resultado é a morosidade na tramitação de pautas sensíveis em Brasília, como o fim da escala de trabalho 6×1, a redução da maioridade penal e a criminalização da misoginia.




















