Moro cresceu mais em pesquisa, que Guto Silva na corrida pelo Governo do PR

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O terceiro levantamento eleitoral feito pelo Instituto Paraná Pesquisa no ano de 2026, divulgado nesta segunda-feira (13), traz a evolução do senador Sergio Moro (PL) na corrida pelo Palácio Iguaçu, alcançando 52%, e a estagnação dos três candidatos tidos como opções à sucessão de Ratinho Junior.

Alexandre Curi (REP), Rafael Greca (MDB) e Guto Silva (PSD) até cresceram neste primeiro semestre, mas de forma muito tímida — diferente do ritmo de aceleração do senador. Enquanto Ratinho busca equalizar os muitos desejos e anseios do time interno, sem magoar os mais próximos, o ex-juiz da Lava Jato vai escalando nas sondagens eleitorais.

Dentro do Iguaçu segue o mantra de que quando o governador anunciar o sucessor e entrar em campo, o candidato de Ratinho vai subir na pesquisa. Após meses de indefinições, o trio parece estar com o freio de mão puxado.

A mais recente sondagem eleitoral do Paraná Pesquisa mostra Sergio Moro com 52,5% no melhor cenário pesquisado. Em janeiro, ele tinha 41,6%, foi a 47% em março e nesta pesquisa chega a 52,5% — índice que colocaria um ponto final na eleição ao Iguaçu já no primeiro turno. Sem falar nos atuais 10,7% na espontânea — eram 4,5% em janeiro.

Requião Filho (PDT) largou de 19,5%, subiu para 26% e agora tem 22,9%. Greca começou 2026 com 17,5%, chegou a 19,1% em março e nesta pesquisa tem 21,4%. O presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, tinha 10,6% em janeiro, foi a 11,3% em março e em abril subiu para 11,7%.

Já Guto Silva permaneceu na casa dos 5% nas três pesquisas: 5,7% em janeiro, caiu para 5,5% em março e agora tem 5,9% — dos três pré-candidatos de Ratinho, é quem tem o pior desempenho nas pesquisas eleitorais de 2026.

Este cenário se agrava, cita um palaciano, uma vez que Guto até então era o comandante da poderosa Secretaria das Cidades, “com caneta cheia” e andava para cima e para baixo com o governador anunciando entregas e obras em todo o estado. “Mesmo assim, ele não cresce. E continua sendo o candidato do coração do Ratinho”, diz.

Ao comparar os dados de janeiro com os de abril, é possível mensurar a velocidade de crescimento de cada um dos postulantes. Moro foi quem mais cresceu: 26,2%. O ex-prefeito de Curitiba subiu 22,2%, Requião Filho 14,4%, Alexandre Curi 10,3% e Guto Silva apenas 3,5%.

O Palácio Iguaçu parece dar as costas para as pesquisas eleitorais divulgadas até aqui. Se apoiam nas sondagens internas e nas qualitativas feitas sob o olhar atento do secretário Cléber Mata. Se fiam, exclusivamente, no potencial de transferência de voto do governador.

Partidos aliados em compasso de espera

O terceiro levantamento eleitoral feito pelo Instituto Paraná Pesquisa no ano de 2026, divulgado nesta segunda-feira (13), traz a evolução do senador Sergio Moro (PL) na corrida pelo Palácio Iguaçu, alcançando 52%, e a estagnação dos três candidatos tidos como opções à sucessão de Ratinho Junior.

Senador Sergio Moro dá risada
Sergio Moro (PL) aparece em primeiro nos três cenários da pesquisa ao Governo do Estado. (Foto: Pedro França/Agência Senado)

Alexandre Curi (REP), Rafael Greca (MDB) e Guto Silva (PSD) até cresceram neste primeiro semestre, mas de forma muito tímida — diferente do ritmo de aceleração do senador. Enquanto Ratinho busca equalizar os muitos desejos e anseios do time interno, sem magoar os mais próximos, o ex-juiz da Lava Jato vai escalando nas sondagens eleitorais.

Dentro do Iguaçu segue o mantra de que quando o governador anunciar o sucessor e entrar em campo, o candidato de Ratinho vai subir na pesquisa. Após meses de indefinições, o trio parece estar com o freio de mão puxado.

A mais recente sondagem eleitoral do Paraná Pesquisa mostra Sergio Moro com 52,5% no melhor cenário pesquisado. Em janeiro, ele tinha 41,6%, foi a 47% em março e nesta pesquisa chega a 52,5% — índice que colocaria um ponto final na eleição ao Iguaçu já no primeiro turno. Sem falar nos atuais 10,7% na espontânea — eram 4,5% em janeiro.

Requião Filho (PDT) largou de 19,5%, subiu para 26% e agora tem 22,9%. Greca começou 2026 com 17,5%, chegou a 19,1% em março e nesta pesquisa tem 21,4%. O presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, tinha 10,6% em janeiro, foi a 11,3% em março e em abril subiu para 11,7%.

Já Guto Silva permaneceu na casa dos 5% nas três pesquisas: 5,7% em janeiro, caiu para 5,5% em março e agora tem 5,9% — dos três pré-candidatos de Ratinho, é quem tem o pior desempenho nas pesquisas eleitorais de 2026.

Este cenário se agrava, cita um palaciano, uma vez que Guto até então era o comandante da poderosa Secretaria das Cidades, “com caneta cheia” e andava para cima e para baixo com o governador anunciando entregas e obras em todo o estado. “Mesmo assim, ele não cresce. E continua sendo o candidato do coração do Ratinho”, diz.

Ao comparar os dados de janeiro com os de abril, é possível mensurar a velocidade de crescimento de cada um dos postulantes. Moro foi quem mais cresceu: 26,2%. O ex-prefeito de Curitiba subiu 22,2%, Requião Filho 14,4%, Alexandre Curi 10,3% e Guto Silva apenas 3,5%.

O Palácio Iguaçu parece dar as costas para as pesquisas eleitorais divulgadas até aqui. Se apoiam nas sondagens internas e nas qualitativas feitas sob o olhar atento do secretário Cléber Mata. Se fiam, exclusivamente, no potencial de transferência de voto do governador.

Partidos aliados em compasso de espera

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Enquanto Ratinho pensa, pensa e pensa para tentar construir uma chapa, aliados vão sendo perdidos. Já foi assim com o PL e o Novo, que estão agora na trinheira de Sergio Moro. União Brasil, PP, Podemos, Republicanos e MDB aguardam o nome escolhido pelo governador para escolher onde vão se entrincheirar.

União, PP e Podemos, que não devem lançar candidato ao Iguaçu, flertam tanto com Moro quanto com o governo. Republicanos e MDB, ambos com pré-candidatos, Curi e Greca, respectivamente, também estão em compasso de espera.

Uma coisa é certa e comentada nos bastidores: se Ratinho insistir no nome de Guto Silva, o governador corre o risco de ter só o PSD na corrida pelo Iguaçu. A máxima vale também para nomes como de Sandro Alex e Márcio Nunes — a tríade de aliados de Ratinho.

“Esses não empolgam. Não tem voto, não tem apoio político nem musculatura para encarar o pleito”, compara uma fonte com pleno acesso ao 3º andar do Iguaçu.

Reuniões recentes envolvendo dirigentes dos cinco partidos já planejam lançar a chapa Curi e Greca — independentemente da ordem. Avaliam que só os dois juntos seriam capazes de enfrentar o favoritismo de Sergio Moro.

Rafael Greca já sinalizou que não deve recuar da participação do pleito. O ex-prefeito de Curitiba só considera abrir mão da disputa pelo governo se Alexandre Curi encabeçar a chapa. Caso contrário, vai enfrentar a chapa montada por Ratinho.

Alexandre Curi ainda aguarda a tal conversa definitiva com o governador Ratinho Junior para decidir o rumo que vai tomar neste pleito — papo este que vem sendo adiado há mais de mês. Dentro de todo este cenário, Ratinho continua imprimindo o ritmo próprio de negociação. Ou, como cita uma fonte palaciana, levando todos “em banho-maria”.

Pelos cantos do Iguaçu, já tem gente pensando e até balbuciando um acordo branco com o PL de Flávio Bolsonaro.

Metodologia da pesquisa

O Paraná Pesquisa ouviu 1.500 eleitores em 56 municípios do Estado do Paraná entre os dias 10 e 12 de abril. O grau de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,6% para mais ou para menos. O levantamento foi registrado junto a Justiça Eleitoral sob o número PR-06559/2026.

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